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MPRJ e Polícia Civil fazem operação para prender 35 acusados de participação no tráfico de drogas em Saquarema

Ao longo das investigações, nove dos denunciados já foram presos.

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Operação Polícia Federal - Foto: Reprodução Internet

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRJ), e a Polícia Civil, realizam nesta quinta-feira (16/11) a operação Go Fast. O objetivo é cumprir 35 mandados de prisão contra acusados de participação no tráfico de drogas em Saquarema, na Região dos Lagos. Ao longo das investigações, nove dos denunciados já foram presos. A ação conta com o apoio da Coordenaria de Segurança e Inteligência do Ministério Público do Rio de Janeiro (CSI/MPRJ).

A operação também busca cumprir 26 mandados de busca e apreensão nas residências e celas de presídios dos acusados. Segundo a denúncia, em liberdade, os integrantes do grupo oferecem alto risco à população. No curso das investigações, foram captados diálogos sobre ameaças de prática de homicídios contra indivíduos pertencentes a grupos criminosos rivais e que, de algum modo, estariam atrapalhando as atividades de parte da associação criminosa.

De acordo com as investigações, mesmo presos, os denunciados Diego Teixeira Martini de Castro Ferreira, conhecido como “Maradona” e Maycon Pereira Carneiro Barbosa, o “Maikinho” continuavam controlando as ações da quadrilha. Segundo a denúncia, enquanto chefes da organização na região de Saquarema, eles financiavam os gastos necessários à operacionalização, manutenção e ampliação do esquema criminoso. De acordo com o MPRJ, partia deles o custeio da aquisição de drogas e armas que davam suporte à atuação da quadrilha, bem como o pagamento dos custos de logística e dos próprios membros do grupo.

Por sua atuação, o MPRJ denunciou o grupo por tráfico de entorpecentes e associação para o tráfico. Os integrantes da quadrilha, Pablo Welber da Costa Vignoli, conhecido como “PL”; Cristiano Araújo, o “Pierre”; e Leornardo Nascimento de Oliveira, o “Leo” também foram denunciados por porte ilegal de arma de fogo.

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