Prefeitura, Marinha e Inea fiscalizarão embarcações na Lagoa de Imboassica em Macaé

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Prefeitura, Marinha e Inea fiscalizarão embarcações na Lagoa de Imboassica em Macaé Foto: Rui Porto Filho / Prefeitura de Macaé

Um dos cartões postais de Macaé, a Lagoa de Imboassica é destino certo no Verão. As águas tranquilas da lagoa são um convite para quem procura por lazer, bem como para os atletas profissionais e amadores que se aventuram em práticas como a Canoa Havaiana, Stand Up Paddle e Remo. Para contribuir com a preservação do ecossistema e garantir  a segurança de banhistas e dos praticantes de esportes náuticos, será iniciada neste sábado (25), uma ação conjunta para fiscalizar a proibição do tráfego de embarcações motorizados no local, como o jet-ski.

A iniciativa foi definida nesta quarta-feira (22), em reunião na Capitania dos Portos, com a participação da Prefeitura de Macaé, representada pela Secretaria Municipal de Ambiente e Sustentabilidade e Guarda Ambiental, além do Instituto Estadual do Ambiente (Inea). O foco da ação será educativo para o cumprimento Lei Municipal 3013/2007, que dispõe sobre o uso e ocupação da orla, incluindo, em seu artigo 4º, a proibição de utilização de veículos não motorizados na Lagoa de Imboassica.

Durante o trabalho conjunto no sábado, a Marinha do Brasil ficará responsável por analisar a situação documental das embarcações. Já o Inea, a Secretaria de Ambiente e Sustentabilidade e a Guarda Ambiental realizarão a fiscalização de infrações ambientais. A ação contará ainda com o apoio da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana, que atuará para coibir o tráfego de veículos automotores na faixa de areia, já que para isso, é necessário solicitar autorização prévia à pasta, como é o caso de carros que transportam veículos náuticos.

“Temos sempre atuado de forma integrada com diferentes instituições para atendimento às demandas e proporcionar a nossa população um melhor ordenamento dos espaços públicos e maior grau de segurança e, nessa atuação na Lagoa de Imboassica, visamos preservar não só o meio ambiente, mas também a integridade física dos banhistas”, conclui o secretário de Ordem Pública, Daniel Bandeira.